PARABÉNS

Faz tempo que o sentimento brotou. Invadindo o meu peito sem pedir! Este amor que o tempo aumentou. Ilumina o caminho que quero seguir… Vinte e dois anos! É muito tempo! Um instante, numa eternidade… A teu lado passaram como o vento. Rápido, mas cheios de felicidade! Vivemos a paixão intensamente! Os momentos difíceis, com … Continue reading PARABÉNS

A PARTIDA

Portugal! Partem tão tristes! Teus filhos, por partir agora! Tão tristes, como nunca vistes. Surpresos, por ter de ir embora! Partem da miséria cansados. Por não poderem ganhar a vida! Lágrimas e tristeza são os fardos! Pesa-lhes a saudade da partida! São novos e letrados a partir… Buscando novas, mais além! Para uma vida melhor … Continue reading A PARTIDA

EPIFANIA DA VIDA

Faz tempo que foi lançada a sorte. No ventre querido, germinada a semente. De fronte erguida e belo porte. No nobre peito, um coração quente! Com bravura, amor e paixão, Venceste os momentos de necessidade. Experimentaste a alegria e a desilusão. Viveste intensamente, os momentos de felicidade! Corres sempre sem parar… Querendo na vida tudo … Continue reading EPIFANIA DA VIDA

DO OUTRO LADO DO ESPELHO

Essa convicção produziu-lhe um grande bem-estar e deu-lhe uma força muito maior, que a motivação que costumava ter, para ir trabalhar todos os dias. Uma frase não lhe saía da cabeça: Nunca digas nunca, a não ser para dizer que Nunca é tarde! Às sete horas da manhã o despertador tocou e Hugo levantou-se, como acontecia … Continue reading DO OUTRO LADO DO ESPELHO

Postal de Ano Novo

Veio a chuva e frio também, veio a neve, sem consentimento. Nada susteve o seu nascimento, predestinado a viver, sendo Alguém. Não seria curta, nem comprida, e uma incógnita, quanto a grandes realizações. Umas vezes de pé, outras aos tropeções, assim lhe foi fadada a vida. Nasceu no pino do inverno, Em noite escura de … Continue reading Postal de Ano Novo

Postal (vivo) de Natal

Sobre a folha esvoaça a pena, com pena de isto ter de narrar! Pesam-te as penas do teu penar, sem que a vida se torne amena. Sem sequer olhar para mim, corres sempre sem parar, não sabes bem onde queres chegar, para isso, tinhas que conhecer o fim. Desvaneceu-se o fulgor de outrora, perdido, nas … Continue reading Postal (vivo) de Natal